ELEIÇÕES
A três meses da eleição, MS tem brigas intensas por vagas em Brasília e eleição morna para o Governo
INVESTIGA MS WENDELL REIS
Disputa por vaga de federal e Senado tem expectativa de tapetes puxados e para o Governo o clima é de estagnação.
A Copa do Mundo acabou para o Brasil e agora os olhos se voltam para a eleição, onde o clima já ferve nas brigas por vagas em Brasília (oito de deputado federal e duas de senadores) e ainda é morno na briga pelo governo.
Os pré-candidatos Economista Renato (DC), Fábio Trad (PT) e João Henrique (Novo) até fazem oposição ao atual governador, Eduardo Riedel (PP), mas ainda não conseguiram grandes resultados nas pesquisas.
A última, divulgada neste domingo mostra Riedel muito a frente, seguido por Fábio Trad, quase na metade, e os demais no bloco mais abaixo. Este cenário, indicado na maioria das pesquisas, apontam uma eleição de turno único até o momento.
Senado
Se para o governo a disputa ainda não está acirrada, para o Senado não falta emoção. O clima já ferve na disputa interna no PL, onde Marcos Pollon e Capitão Contar disputam a preferência.
Contar chegou a ser indicado por Valdemar da Costa Neto na semana passada, mas o anúncio não é oficial e o partido ainda teme que Jair Bolsonaro possa bater o pé para que Pollon seja o escolhido, seguindo o que ele prometeu em fevereiro.
O clima de disputa é o mesmo quando a briga é com adversários. No melhor cenário para o PL, Reinaldo Azambuja e Contar enfrentam uma disputa e tanto com Nelsinho. O trio está empatado, na margem de erro, em diversas pesquisas divulgadas até o momento, incluindo a deste domingo.
Deputados Federais
A eleição também promete ser intensa para as oito vagas de deputado federal. A disputa é tão grande que a pré-campanha é marcada pelas investidas para derreter as chapas adversárias.
O PSDB foi alvo, com pré-candidatos desistindo. O partido tenta fazer um federal, o que pode atrapalhar os planos dos demais partidos aliados. Com isso, lideranças foram para cima destes pré-candidatos e conseguiram sucesso em algumas desistências.
A situação não ficou pior porque quem ficou no partido reclamou para Riedel e Reinaldo, que seguraram o fogo amigo, pelo menos por enquanto. Todavia, muita gente ainda aposta que muita coisa pode rolar até a convenção.
Passada a briga entre partidos, o clima deve pegar fogo nas brigas internas pelas vagas. São muitos pré candidatos considerados fortes para poucas vagas disponíveis.
A situação mais delicada é na Federação União PP, que tem três deputados federais (Dagoberto Nogueira, Luiz Ovando e Rose Modesto), mas terá dificuldade para conseguir três cadeiras.
A situação é semelhante a do PL, que também busca três, mas pode ter dificuldades. Caso Pollon ou Contar não aceitem concorrer a federal, o partido terá dificuldade para fazer dois.
O PT também terá que se esforçar para voltar a eleger dois deputados. O partido não terá nesta disputa Vander Loubet, que após seis eleições seguidas, tentará o Senado.
O Republicanos também está de olho em duas vagas e tem como principais concorrentes o deputado Beto Pereira, deputado Roberto Hashioka, vereadores Isa Marcondes e Neto Santos, ale do ex-secretário Jaime Verruck. Como todos sabem que a dificuldade será grande para duas vagas, a briga deve ser intensa pela primeira, apesar da expectativa de boa votação de Beto, por já estar no mandato.
COMENTÁRIOS




PRIMEIRA PÁGINA




