Com disputa acirrada, Reinaldo diz que pesquisa qualitativa definirá senadores do grupo político

INVESTIGA MS WENDELL REIS


Situação não está fácil para o ex-governador, que vê concorrentes se aproximarem. Além disso, terá a missão de escolher quem será o companheiro de chapa e o vetado da aliança.

Pesquisa divulgada neste domingo, com intenção de voto para o Senado, mostra que o grupo governista terá uma missão difícil na escolha dos dois candidatos ao Senado para eleição de outubro.

O presidente do PL no Estado, Reinaldo Azambuja, é favorito para ser o “01” da coligação governista, mas já não está tão confortável na liderança, como em levantamentos anteriores.

Segundo o Instituto Ranking, Reinaldo Azambuja (PL) lidera a preferência para o primeiro voto, com 20%; seguido por Nelsinho Trad (PSD), 18,6%; e Capitão Contar (PL), 17,4%. Considerando a margem de erro de 2,2%, os três estão empatados.

O instituto também perguntou em quem seria o segundo voto. Nelsinho lidera, com 19,2%; seguido por Contar, 18%. Reinaldo aparece em terceiro, com 16,6%.

Pesquisa quantitativa

Reinaldo é pressionado pelo grupo político na escolha dos candidatos ao Senado. A pressão aumentou depois que Capitão Contar se filiou ao PL e entrou na briga para ser um dos candidatos.

A entrada incomodou aliados de Reinaldo, que não enxergam com bons olhos a parceria, mas também por companheiros que podem ser preteridos se o ex-deputado for o escolhido. É o caso de Nelsinho Trad (PSD), Gerson Claro (PP), Marcelo Miglioli (PP) e Gianni Nogueira (PL), que também estão interessados.

Presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto já declarou que o martelo está batido e Reinaldo e Contar serão os escolhidos, mas o ex-governador afirma que pesquisas definirão.

“Há cinco meses isso ficou combinado na sala, com Bolsonaro presente: que vamos fazer pesquisa… os candidatos têm que ter estrutura de apoio, boa sintonia com que a população pensa. Já vimos muitos favoritos que ficaram pra trás. A politica é muito dinâmica. Vamos conversar com os partidos aliados, com pretensos candidatos de cada partido. Olhando principalmente as pesquisas qualitativas para saber a tendência do eleitorado”, afirmou.



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