Senadora
Soraya desafia Carlos Bolsonaro: ‘estou louca para pegar ele em um debate’
INVESTIGA MS WENDELL REIS
Senadora está dividida sobre eleição estadual em MS, não fala sobre PDT e diz ter liberdade para “fazer o que quiser”.
A senadora Soraya Thronicke (Podemos) voltou a provocar o pré-candidato do PL ao Senado em Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, Jair Bolsonaro.
Em entrevista à Rádio Top FM, nesta manhã, a senadora disse novamente que foi traída por Jair Bolsonaro. “Fui traída por Jair Bolsonaro, assim como muitos. Eu falo que para ser traído por Jair Bolsonaro, basta pegar a senha e entrar na fila. A Tereza Cristina foi traída agora”, afirmou.
Em seguida, citou a polêmica sobre quem serão os candidatos do PL em Santa Catarina e desafiou Carlos Bolsonaro a disputar em Mato Grosso do Sul.
“Eu queria que o Carluxo viesse pra cá. Se está dando problema lá, em Santa Catarina, por que não vem pra cá? Estou louca para pegar ele em um debate, mas louca para pegar ele. Está dando B.O aí, vem pra cá. Vem disputar o Senado aqui. Vamos ver se vai aguentar aqui a mulherada sul-mato-grossense. Não aguenta não. Não dá conta”, provocou.
Eleição estadual
A senadora foi questionada sobre apoio para eleição de governador e disse que tem palanque com o grupo liderado por Eduardo Riedel, porque tem trabalho realizado. Entretanto , afirmou que também é amiga de Fábio Trad, pré-candidato do PT.
“Considerando que ambos são meus amigos, respeito ambos, não é uma questão de não me posicionar. Vou trabalhar para minha reeleição, porque é uma eleição de parlamento. Se o Riedel for reeleito ou algo diferente, sempre terei portas abertas, porque chego com respeito, a gente desce do palanque. Tem que respeitar aquele que venceu as urnas e fazer o seu trabalho. Meu trabalho é cuidar do Mato Grosso do Sul e legislar e isso eu faço independente de quem quer que seja”, justificou.
Nos últimos dias, Soraya tem se aproximado do grupo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e trabalha em uma dobradinha com Vander Loubet (PT) para o Senado.
As conversas com o grupo de Lula renderam até convite do PDT, mas a senadora não tocou no assunto durante a entrevista. Sobre a eleição de presidente, alegou que terá liberdade , dada pela presidente nacional do Podemos, Renata Abreu, para tocar a campanha sem adentrar na disputa presidencial, porque avalia ter eleitores de todas as vertentes.
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