MS
Na torcida contra, bolsonaristas ainda acreditam em saída de Reinaldo do PL
INVESTIGA MS WENDELL REIS
A conversa do presidente estadual do Partido Liberal (PL), Reinaldo Azambuja, com o presidente nacional, Valdemar da Costa Neto rendeu e ainda deve provocar muita discussão no partido.
Reinaldo afirma que está tudo certo no acordo feito na presença de Jair Bolsonaro, no ano passado, mas a ala do PL que é contra a aliança com o grupo que era do PSDB, ainda aposta em reviravolta.
O ex-governador disse à reportagem que o grupo rebelde, que deseja candidaturas próprias ao Senado e Governo, será chamado por lideranças nacionais do partido para obedecem o acordo de apoio à reeleição de Eduardo Riedel (PP) e aos dois escolhidos ao Senado, ainda a serem definidos.
Do outro lado, o grupo que defende candidaturas próprias ainda aposta em uma reviravolta. A reportagem conversou com uma parte deste bloco, que contou outra versão desta mesma reunião.
Segundo o grupo, que se intitula bolsonarista raiz, Reinaldo foi ao diretório nacional dizer que a continuar da forma que está, deixará o PL, o que seria comemorado por essa parcela descontente.
Reinaldo nega e diz que está tudo certo na relação com a nacional. Ele é muito próximo do senador Rogério Marinho, que será o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à presidência.
Segundo Reinaldo, uma nova reunião será marcada, desta vez com Riedel e Flávio, para fechar de vez a aliança e organizar uma agenda em Mato Grosso do Sul.
A lista de descontentes no PL tem o deputado federal Marcos Pollon e o deputado estadual João Henrique Catan, que pretendem concorrer ao Governo, e a vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira, que deseja concorrer ao Senado.
COMENTÁRIOS



PRIMEIRA PÁGINA




