Dourados
Em 2024, Dourados poderá ter uma das mais concorridas eleições para prefeito
Tudo dependerá de articulações políticas e de "amarrações" para a definição de chapas
O processo da sucessão municipal em Dourados, com vistas às eleições de 2024, ainda vai demorar para ganhar corpo. No entanto, nomes de possíveis candidatos a prefeito já começam a ser ecoados pela longa Marcelino Pires, em dias de sol. Ou de chuva.
Na verdade, os pretendentes à cadeira do prefeito Alan Guedes (PP) são muitos. A começar por ele mesmo que, embora ainda não confirmou, mas, certamente, não abrirá mão de tentar buscar um segundo mandato. Aliás, quem está lá, não quer sair. E quem não está, sonha em chegar lá. Na Prefeitura.
No partido de Alan Guedes, o PP, tem um outro nome de peso: o do ex-deputado Marçal Filho. Ele não esconde de ninguém que pretende disputar a Prefeitura de Dourados em 2024. Aliás, ele deixa claro essa possibilidade através dos microfones de sua emissora, a 94 FM. Dia após dia. Na latinha.
O problema para o ex-deputado radialista é que qualquer partido só pode lançar um candidato a prefeito. E Alan, certamente, terá essa preferência. Assim, Marçal terá que buscar abrigo em outra agremiação partidária para poder sair candidato.
Tucanos eufóricos
O PSDB tem três nomes em voga rumo às eleições para prefeito de Dourados: o deputado federal Geraldo Resende; o deputado estadual Zé Teixeira; e a deputada estadual Lia Nogueira.
Geraldo disse, recentemente, que o caminho natural para a definição do candidato a prefeito do PSDB é a realização de pesquisa para checar a vontade popular, uma espécie de prévia. A deputada Lia Nogueira está aí para ver no que vai dar. Tem condições reais de pleitear a vaga de candidata, mas, no entanto, tudo dependerá de “amarrações” políticas. Enquanto isso, o deputado estadual Zé Teixeira tem sinalizado que sairá candidato à sucessão municipal, independentemente de partido, ou seja, pelo PSDB ou por outra agremiação. Uma questão para o líder-mor tucano (Reinaldo Azambuja) resolver. Bicos podem ser rachados.
PT e MDB
O PT vem sinalizando que o candidato do partido a prefeito de Dourados poderá ser o professor da UFMS, Tiago Botelho, que disputou uma vaga para senador nas últimas eleições. Não levou. Mas, teve um bom desempenho, reanimando petistas nos quatro cantos do Estado.
Já no MDB, os nomes mais comentados são os do deputado estadual Renato Câmara e do vereador Laudir Munaretto, presidente da Câmara Municipal.
Portanto, como se vê, não faltarão nomes para as eleições de prefeito. No entanto, tudo dependerá de articulações políticas e de “amarrações” para a definição de chapas.
Na verdade, a pulverização de candidaturas é importante porque, assim, o eleitor tem mais alternativas (ou opção) para escolher o seu candidato preferido.
Quanto à polarização de candidaturas, muitas vezes, não é muito saudável, uma vez que resulta somente na escolha ideológica entre esquerda e direita para o eleitor decidir.
assessoria.
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